Integral pelo colaborador
O modelo mais comum. A empresa cede o espaço e o funcionário paga a própria compra por app, Pix ou cartão. Custo zero para a empresa em qualquer cenário de consumo.
Instalamos a loja autônoma dentro da empresa sem custo de implantação, aberta nos três turnos e sem operador. O ganho que o RH mede não é o mercado em si: é o tempo que o time deixa de gastar saindo da empresa para comprar café, lanche ou remédio.

Em planta industrial, centro de distribuição e hospital, o turno da noite quase nunca tem opção de compra. O funcionário traz o que comer de casa ou fica sem — e o efeito aparece em clima, não em planilha.
Em escritório, o custo é outro: cada saída para comprar café ou lanche na rua consome de 15 a 25 minutos entre elevador, caminhada e fila. Multiplicado por turno e por pessoa, vira uma perda silenciosa que ninguém contabiliza porque não tem centro de custo.
A loja dentro da operação elimina o deslocamento e cobre o turno que a rua não cobre. É esse o argumento que sustenta o projeto em facilities e em RH — conveniência é consequência, não o objetivo.
A diferença entre eles é quem paga a compra. A instalação continua sem custo nos três.
O modelo mais comum. A empresa cede o espaço e o funcionário paga a própria compra por app, Pix ou cartão. Custo zero para a empresa em qualquer cenário de consumo.
A empresa banca um percentual ou uma categoria — café e água liberados, o resto pago pelo colaborador, por exemplo. O desconto é aplicado automaticamente no pagamento e sai em relatório mensal fechado.
Cada pessoa recebe um valor mensal para consumir na loja, como benefício. Funciona para escala de plantão e para turno da madrugada, onde o vale-refeição não resolve porque não há estabelecimento aberto.
O mix de um condomínio é de reposição doméstica: leite, pão, fralda, produto de limpeza. O de uma empresa é de consumo imediato — café, snack proteico, bebida gelada, refeição pronta para o turno da noite, e uma prateleira de farmácia básica com analgésico, antiácido e curativo.
Em operação industrial entram itens que escritório não pede: isotônico, barra de cereal de maior densidade calórica e refeição pronta capaz de substituir uma janta que não existe às 3h da manhã.
O mix é ajustado nas primeiras semanas pelo que de fato sai naquela unidade, e revisado periodicamente. Empresa com refeitório próprio recebe um mix complementar ao cardápio, não concorrente: a loja cobre os intervalos em que o refeitório está fechado.
O formato, o horário de pico e o mix mudam conforme o ambiente. A visita técnica define os três.
| Ambiente | Pico de consumo | Destaque do mix | Formato |
|---|---|---|---|
| Escritório | 9h–10h e 15h–16h | Café, snack, bebida gelada | Compacto |
| Indústria / CD | Viradas de turno e madrugada | Refeição pronta, isotônico, café | Médio |
| Hospital / clínica | Plantão noturno e fim de semana | Farmácia básica, refeição, café | Médio |
| Faculdade | Entre aulas e período noturno | Snack, bebida, material rápido | Loja completa |
Configuração da loja autônoma por tipo de operação
Volume por categoria e por faixa de horário, sem nenhum dado individual de colaborador. Serve para dimensionar benefício e para ajustar o mix.
Reposição, manutenção, troca de equipamento e suporte são nossos. Nenhuma pessoa da sua folha entra na operação da loja.
A loja não fecha. Escala noturna, fim de semana e feriado ficam cobertos sem custo adicional e sem escala extra.
Cláusula de encerramento acordada antes da assinatura. Retiramos o equipamento e devolvemos o espaço como recebemos.
As dúvidas que mais aparecem antes de fechar. Se a sua não estiver aqui, mande pelo formulário abaixo.